{"id":44565,"date":"2024-01-16T11:29:28","date_gmt":"2024-01-16T11:29:28","guid":{"rendered":"https:\/\/espacotalassa.com\/espaco-talassa\/why-espaco-talassa\/"},"modified":"2026-10-21T18:07:16","modified_gmt":"2026-10-21T18:07:16","slug":"why-espaco-talassa","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/espacotalassa.com\/pt-pt\/espaco-talassa\/why-espaco-talassa\/","title":{"rendered":"Porqu\u00ea o Espa\u00e7o Talassa"},"content":{"rendered":"\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Pioneiros desde 1989<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Espa\u00e7o Talassa nasceu em 1989, pela m\u00e3o de Serge Viallelle e Alexandra Teles, dois anos depois de o \u00faltimo cachalote ter sido ca\u00e7ado nas Lajes do Pico. A vila que durante gera\u00e7\u00f5es viveu da baleia passou a ir v\u00ea-la, e fomos a primeira empresa do pa\u00eds a dar esse passo. Quase quarenta anos depois, continuamos a trabalhar como os baleeiros: um vigia em terra, um mestre no mar e um r\u00e1dio pelo meio.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Mais de 35 anos de experi\u00eancia no mar dos A\u00e7ores<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Andamos nestas \u00e1guas h\u00e1 mais de 35 anos.<br>A equipa tem ra\u00edzes no Pico, mas ao longo dos anos passaram por c\u00e1 holandeses, alem\u00e3es, ingleses, franceses, brasileiros e espanh\u00f3is. A bordo fala-se um pouco de tudo, e os cachalotes nunca se queixaram.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Um dos 10 melhores locais do mundo para observar baleias<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As Lajes do Pico, na costa sul da ilha, est\u00e3o entre os dez melhores locais do mundo para observar baleias e, sem falsa mod\u00e9stia, s\u00e3o o melhor dos A\u00e7ores.<br>H\u00e1 pouco turismo de massas, poucos barcos \u00e0 volta dos animais e muitas esp\u00e9cies. Ao fundo, a montanha do Pico, que insiste em aparecer em todas as fotografias.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>28 das 29 esp\u00e9cies registadas nos A\u00e7ores<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Nos A\u00e7ores est\u00e3o registadas 29 esp\u00e9cies de cet\u00e1ceos, e ao longo dos anos vimos 28. Falta-nos uma, e n\u00e3o perdemos a esperan\u00e7a. Os cachalotes est\u00e3o c\u00e1 todo o ano e s\u00e3o a raz\u00e3o de ser desta casa. Em mar\u00e7o e abril passa a baleia-azul, o maior animal que alguma vez viveu na Terra, com as baleias-comuns, sardinheiras e de bossa, a caminho do norte. Da primavera ao outono, h\u00e1 outras esp\u00e9cies que nos fazem companhia quase todos os dias.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>A Vigia da Queimada \u2013 exclusiva do Espa\u00e7o Talassa<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As sa\u00eddas s\u00e3o dirigidas a partir da Vigia da Queimada, um posto de observa\u00e7\u00e3o que n\u00e3o tem igual nos A\u00e7ores.<br>L\u00e1 em cima est\u00e3o sempre pelo menos dois vigias, que orientam no m\u00e1ximo quatro barcos. Encontram os animais, dizem ao mestre por onde ir e a que velocidade, e n\u00e3o deixam que ningu\u00e9m se aproxime demais.<br>\u00c9 um trabalho de confian\u00e7a entre quem est\u00e1 em terra e quem est\u00e1 no mar, como no tempo da balea\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong><strong>Na medida certa, com baixo impacto<\/strong><\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Temos semirr\u00edgidos de 12 e de 24 passageiros. Na maioria dos dias sa\u00edmos no maior: mais pessoas na mesma sa\u00edda, com o mesmo impacto no mar. Quando h\u00e1 muita procura, os mais pequenos tamb\u00e9m v\u00e3o para o mar, para que ningu\u00e9m fique em terra.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Todos os barcos t\u00eam motores a quatro tempos de baixas emiss\u00f5es, que fazem menos ru\u00eddo e poluem menos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No m\u00e1ximo 12 a 24 passageiros por barco, consoante o barco. Assim ainda d\u00e1 para conversar com a tripula\u00e7\u00e3o, e para ouvir o sopro de um cachalote.<\/p>\n\n\n\n<div data-wp-context=\"{ &quot;autoclose&quot;: false, &quot;accordionItems&quot;: [] }\" data-wp-interactive=\"core\/accordion\" role=\"group\" class=\"wp-block-accordion is-layout-flow wp-block-accordion-is-layout-flow\"><\/div>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Antes e depois do mar<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Antes de cada sa\u00edda h\u00e1 um briefing multim\u00e9dia de 15 a 20 minutos: biologia, comportamento, a hist\u00f3ria da balea\u00e7\u00e3o nos A\u00e7ores, ecologia e a lei que nos diz at\u00e9 onde podemos ir.<br>No regresso, \u00e0 volta de uma bebida, falamos do que vimos e respondemos \u00e0s perguntas. As mais dif\u00edceis costumam vir das crian\u00e7as.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Tr\u00eas d\u00e9cadas de avistamentos, partilhados com a ci\u00eancia<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Desde 1994, os nossos bi\u00f3logos registam todas as sa\u00eddas e todos os avistamentos. S\u00e3o mais de trinta anos de dados, um dos registos mais longos dos A\u00e7ores, partilhados com projetos de investiga\u00e7\u00e3o sobre os cet\u00e1ceos do Atl\u00e2ntico Norte. Cada sa\u00edda consigo entra nessa conta.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Turismo respons\u00e1vel<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Por cada cliente, cerca de 0,50 \u20ac vai para um projeto de planta\u00e7\u00e3o de \u00e1rvores e compensa\u00e7\u00e3o de CO\u2082. N\u00e3o resolve tudo, bem sabemos, mas \u00e9 melhor do que fingir que um barco n\u00e3o polui.<br>Ao escolher o Espa\u00e7o Talassa, apoia esta forma de trabalhar.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Turismo solid\u00e1rio<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ver baleias n\u00e3o deve ser um luxo para quem vive ao lado delas.<br>Com o <em>Projeto Solidariedade<\/em>, a popula\u00e7\u00e3o local (filhos de antigos baleeiros, estudantes, jovens e quem passa por dificuldades) pode sair connosco por uma contribui\u00e7\u00e3o simb\u00f3lica de 39 \u20ac.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Reconhecidos em todo o mundo<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em mais de 35 anos, vieram \u00e0s Lajes do Pico cientistas, fot\u00f3grafos e jornalistas de meio mundo, e o Espa\u00e7o Talassa apareceu na <em>National Geographic<\/em>, na <em>GEO<\/em>, na <em>Terre Sauvage<\/em>, na <em>Vis\u00e3o<\/em>, no <em>P\u00fablico<\/em> e em muitas outras publica\u00e7\u00f5es na Europa, nas Am\u00e9ricas e na \u00c1sia. Em 2010, o Serge Viallelle recebeu a Medalha de M\u00e9rito Tur\u00edstico (grau prata), pelo papel pioneiro na observa\u00e7\u00e3o de baleias nos A\u00e7ores.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Transpar\u00eancia e realidade<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os nossos barcos s\u00e3o r\u00e1pidos e feitos para o mar, n\u00e3o para o conforto.<br>Por seguran\u00e7a, n\u00e3o podemos levar gr\u00e1vidas, pessoas com mobilidade reduzida ou com osteoporose, ci\u00e1tica ou problemas semelhantes.<br>O conforto a bordo \u00e9 b\u00e1sico. Em troca, h\u00e1 contacto direto com os elementos: sol, \u00e0s vezes chuva, e salpicos quase sempre.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os WC dos homens s\u00e3o a estibordo, os das mulheres a bombordo, ambos com vista infinita para o Atl\u00e2ntico.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em 2017 deix\u00e1mos de levar pessoas a <em>nadar com golfinhos<\/em>. Era demasiado intrusivo para os animais e arriscado para quem ia \u00e0 \u00e1gua, e n\u00e3o consegu\u00edamos continuar a faz\u00ea-lo de consci\u00eancia tranquila.<br>O Serge explicou porqu\u00ea numa carta aberta: <em><a href=\"https:\/\/espacotalassa.com\/pt-pt\/why-we-dont-swim-with-dolphins\/\" data-type=\"page\" data-id=\"10085\">Porque n\u00e3o deve nadar com golfinhos<\/a>.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pioneiros desde 1989 O Espa\u00e7o Talassa nasceu em 1989, pela m\u00e3o de Serge Viallelle e Alexandra Teles, dois anos depois de o \u00faltimo cachalote ter sido ca\u00e7ado nas Lajes do Pico. A vila que durante gera\u00e7\u00f5es viveu da baleia passou a ir v\u00ea-la, e fomos a primeira empresa do pa\u00eds a dar esse passo. 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