A Casa do Flores fica acima da vila das Lajes do Pico, a 200 metros da Base de Observação de Cetáceos (B.O.C.A.), do Espaço Talassa e do Museu dos Baleeiros. A maioria dos quartos tem vista para o mar e para a montanha do Pico. Todos têm casa de banho privativa. Há um jardim panorâmico, água aquecida por energia solar e uma cozinha exterior.
O bar e o restaurante do Hotel Whale’come ao Pico estão abertos todos os dias das 11h00 às 22h00, de março a novembro. O pequeno-almoço está incluído e é servido no hotel.
Check-in: 15h00. Check-out: 12h00.
O check-in é feito no Hotel Whale’come ao Pico.
A prioridade nas reservas é dada aos hóspedes que participam nas atividades de observação de baleias ou de ecoturismo.
A casa
A Casa do Flores foi construída nos anos 1960 e era uma das maiores casas de classe média das Lajes do Pico. Pertencia ao Sr. Flores, o último gerente da fábrica da baleia local. Para a época, a casa estava bem equipada — casas de banho privativas, eletricidade e uma localização no alto, acima da vila.
Quando a baleação entrou em declínio nos anos 1970 e a fábrica SIBIL fechou, o Sr. Flores deixou de conseguir mantê-la e partiu para os Estados Unidos. A partir daí, a casa foi arrendada de vez em quando — a familiares, a professores deslocados — até a filha se mudar definitivamente para a Califórnia em 2004 e a casa ficar vazia de vez.
O Espaço Talassa renovou-a em 2010 e instalou um sistema experimental de aquecimento solar de água pensado para a dimensão da casa — funciona, mas não é uma instalação convencional. Se a água quente demorar ou for irregular, basta avisar-nos.
A renovação abriu a casa para o mar e para a montanha. O jardim foi plantado com espécies endémicas e nativas dos Açores: Erica azorica (urze), Myrica faya, Picconia azorica, Juniperus brevifolia, Ilex perado azorica e Frangula azorica. Há uma pequena cozinha exterior e uma zona de churrasco à disposição dos hóspedes. A utilização do jardim, do estacionamento e da cozinha é da responsabilidade dos hóspedes.